No caderno, "cotidiano," da "Folha" (versão impressa) do dia 15/3, há uma matéria sobre uma operação da Polícia Federal que desmantelou um esquema de venda de falsos diplomas universitários pela internet.
Segundo a PF, Thiago Francisco Vieira Pereira, fazia anúncios em salas de bate-papo e comunitidades virtuais da existência dele e os enviava via Sedex, a partir de sua casa em Tangará (MT). Esses diplomas serão investigados.
A UNIP (universidade paulista) é a instituição com maior número de ocorrências, pelo seu grande número de campus no interior paulista para onde Thiago enviava a maioria deles.
"Boa parte das pessoas queria dar um "upgrade (aprimoramento)" na carreira" disse Adalton Martins, chefe da Unidade de Repressão a crimes cibernéticos da PF, em Brasilia.
A matéria é assinada pelos Repórteres Rodrigo Vargas e João Carlos Magalhães da Agência Folha
Há 17 anos
3 comentários:
Em meio a discussões sobre o garoto de 8 anos que passou na UNIP, surgem, mais uma vez, casos de venda de diplomas falsificados.
Na verdade, o assunto não é atual, houve apenas um "gancho" de um tema que há muito tempo está presente no universo da educação brasileira. É preciso entender que só há oferta porque existem pessoas que procuram esses serviços. E, além disso, não tem como a polícia e o governo fiscalizarem todos os inúmeros escritórios que colocam anúncios minúsculos nos jornais.
Enquanto não houver uma conscientização de que o que importa não é simplesmente ter um diploma, mas sim o conteúdo ensinado nas universidade, a situação não vai mudar.
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