28 de abr. de 2008

Bandidos arrombam agência bancária e levam mais de R$94 mil

Na cidade de Formiga , uma cooperativa de crédito foi assaltada. Foram dois homens que desativaram o alarme e usaram pés de cabra e chaves de fendas para arrombar a porta e o cofre , levando R$94.500,00 em dinheiro e um revólver.
Testemunhas afiram ter visto os bandidos sairem com uma mala , MAS NA HORA DO ASSALTO NÃO HAVIA POLÍCIA NA AGÊNCIA.Ainda não há pistas dos assaltantes.

Link para a matéria.

Pais de Madeleine planejam livro de memórias

Kate e Gerry, pais da menina desaparecida Madeleine McCan, pretendem escrever um livro sobre o desaparecimento ocorrido em maio de 2007. A renda do livro será investida nas buscas pela menina. Será uma história detalhada de tudo que aconteceu após o desaparecimento de Madeleine, inclusive o fato dos pais terem sido suspeitos. O porta-voz Clarence Mitchell afirmou que o livro seria escrito por um escritor-fantasma, e várias editoras e autores estariam interessadas na publicação. Karry e Gerry ainda não decidiram sobre quem ficará encarregado da publicação. “Será a história da família, o único livro oficial”, disse Mitchell.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI2838548-EI8142,00.html

Amy Whinehouse é solta após passar noite na delegacia.


A cantora foi solta na manhã deste sábado (26), depois de levar uma advertência por agressão e passar a noite na delegacia.

Ela foi acusada de agredir dois homens durante uma noitada em Londres, na madrugada de quarta-feira. Um homem disse que foi atingido ao entrar na frente da cantora, que jogava sinuca em um bar de Camden, bairro londrino. E supostamente ela teria dado uma cabeçada em outro, que tentava ajudá-la a conseguir um táxi.

Na sexta, ela se apresentou voluntariamente em uma delegacia. Segundo a polícia, a advertência será anexada aos antecedentes criminais da cantora, mas não deve provocar processo judicial.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Musica/0,,MUL427418-7085,00-AMY+WINEHOUSE+E+SOLTA+APOS+PASSAR+A+NOITE+NA+DELEGACIA.html

11 fetos encontrados em aterro sanitário

No domingo (27), catadores de lixo da cidade de Várzea Grande (MT) encontraram 11 fetos em um aterro sanitário. Os fetos se encontravam em um saco preto de lixo comum em meio a exames e materiais como seringas e foram colocados lá por uma técnica de enfermagem que é funcionária do pronto-socorro municipal da cidade.
Uma sindicância interna para investigar o que aconteceu foi criada para investigar o acontecido.
Ao que parece os fetos eram destinados a estudos e estavam armazenados há cerca de dez anos, tendo todos menos de cinco meses.
O secretário de Comunicação Social do município, Jeverson Missias, a funcionária estava trabalhando quando notou que um recipiente de vidro que continha os fetos quebrou. Ela recolheu os fetos e colocou-os em um sacola comum quando o correto seria colocá-los em sacos que identificariam o material que continham para que assim, pudessem receber tratamento especial.
A funcionária pode até ser demitida do serviço público se comprovada sua responsabilidade no ocorrido.



Fonte: FOLHA ONLINE

URL: http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u396383.shtml

Uma criança é morta cada 10 horas no Brasil

Um levantamento do Ministério da Saúde, realizado recentemente, revela que, em média, uma criança de até 14 anos de idade é assassinada a cada dez horas no Brasil. A informação é do jornal “O GLOBO” publicada no dia 5 deste mês.
Afogamento, espancamento, queimadura e agreções estão entre as principais causas dos assassinatos de crianças. Ainda de acordo com o levantamento, o disque 100, telefone nacional para denúncias contra a violência infantil, recebe mais de 90 ligações por dia, a maioria relativa a casos entre parentes.

A matéria em sua versão online você pode conferir em http://oglobo.globo.com/sp/mat/2008/04/05/a_cada_dez_horas_uma_crianca_assassinada_no_brasil-426706425.asp

Bloquear o avanço do mosquito da dengue resulta em prêmios

Em Sumaré, região metropolitana de Campinas, bloquear o avanço do mosquito da dengue resulta em prêmios de R$ 500 a R$ 1 mil para os moradores. O programa "Casa sem Dengue" que começou em janeiro realiza o sorteio dos moradores a serem visitados todo mês pelo número do código do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). Cinco moradores são escolhidos. Cada sorteado vai receber uma visita de agentes da Secretaria da Saúde, bem como seus vizinhos. O morador leva R$ 1 mil e cada vizinho, R$ 500, se todos eles tiverem com as casas bem limpas, com áreas internas e externas livres de possíveis criadouros do mosquito, sem lixo e planta que acumule água e caixa d'água tampada.Se em apenas uma das casas houver larvas ou condições para proliferação do mosquito, nenhum dos moradores leva o prêmio, que fica acumulado para o próximo sorteio. São destinados para cada edição R$ 10 mil para os cinco imóveis e seus respectivos vizinhos.

http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI2803320-EI715,00-Loteria+da+dengue+premia+moradores+com+R+mil.html

"A Nova Classe Média"

A "National Geographic Brasil" deste mês - Edição Especial de Aniversário, traz um especial sobre a China ("O século da China") e uma reportagem muito interessante sobre "A Nova Classe Média". A reportagem fala sobre uma garota, (a quem o repórter acompanhou por alguns anos, da infância à faculdade) que teve todas as alegrias e tristezas de ser um exemplo clássico da classe média emergente chinesa. Assim, enquanto seus pais lentamente enriquecem, adquirindo novos hábitos e bens, a garota é obrigada a dedicar-se cada dia mais aos estudos e às exigências do mercado de trabalho, na realidade imposições da própria sociedade chinesa.
A reportagem deixa bem clara também a contradição dessa nova classe média, em relação à cultura tradicional e às novas possibilidades do consumismo capitalista, o que conseqüentemente causa um conflito de gerações.
Reportagem de Leslie T. Chang
link (em inglês) http://ngm.nationalgeographic.com/2008/05/china/middle-class/leslie-chang-text

Reseha do José Geraldo Couto, da "Folha de S. Paulo"

São Paulo, quinta-feira, 20 de dezembro de 2001

"APOCALYPSE NOW REDUX"

Para Coppola, a guerra é doença da civilização

JOSÉ GERALDO COUTO
COLUNISTA DA FOLHA

A guerra é a manifestação mais extrema da loucura. Produz loucos e é produzida por eles. Foi o que "Apocalypse Now" mostrou ao mundo há 22 anos.
Mas nessa loucura, como na de Hamlet, há um método, ou, pelo menos, uma lógica. É isso que a versão definitiva do filme, "Apocalypse Now Redux", deixa mais claro do que nunca.
O enredo é conhecido: em 1969, o capitão Willard (Martin Sheen) tem a missão de subir com um punhado de jovens fuzileiros o rio Mekong, no Vietnã, entrar no Camboja, encontrar e matar o coronel Kurtz (Marlon Brando), que aparentemente enlouqueceu e se tornou o messias de uma comunidade macabra de fanáticos.
O modelo inspirador é a jornada Congo adentro realizada pelo capitão mercante Marlow em busca do agente colonial Kurtz, na novela "O Coração das Trevas" (1902), de Joseph Conrad.
Trata-se, evidentemente, de uma viagem iniciática. Ao seguir os passos de Kurtz, Willard acaba atravessando todas as fronteiras que o outro atravessou: entre o Vietnã e o Camboja, entre razão e loucura, civilização e barbárie, cultura e natureza.
É o embate entre natureza e cultura, de resto, que pulsa em cada plano do filme, dos helicópteros que despejam fogo sobre a selva, ao som de Wagner, aos versos de T.S. Eliot declamados por Kurtz em sua choça primitiva.
Mas não se trata de uma oposição simples, maniqueísta, como a dos discursos de Bush ("Somos a civilização, o inimigo é a barbárie"). Mesmo na versão de 1979, o foco do filme estava voltado para a precariedade da própria idéia de civilização.
Dito de outra maneira: o que interessava ao filme era mostrar o quanto de barbárie existe, em semente, na sociedade civilizada.
O que fica mais claro com os 53 minutos recuperados e acrescentados à nova versão é de qual civilização se está falando. Não é do "homem", em abstrato, que nos fala "Apocalypse Now Redux", mas da sociedade moderna ocidental e, mais precisamente, da sociedade norte-americana.
Duas "novas" sequências são essenciais para lançar essa nova luz. Numa delas, Willard e seus comandados reencontram, num acampamento alagado, as coelhinhas da "Playboy" cujo show haviam visto semanas antes.
Em troca do combustível de que seu helicóptero precisa para sair dali, elas passam algumas horas com os rapazes de Willard.
É uma sequência terrível, tristíssima, em que os garotos e as garotas não conseguem nem ao menos se comunicar, quanto mais fazer amor.
Elas estão catatônicas, traumatizadas pelos abusos sexuais que vêm sofrendo. Eles buscam a imagem de sensualidade ideal que a indústria cultural lhes vendeu. Mataram homens, destruíram aldeias, mas não passam de adolescentes masturbadores. Seu único contato com o outro é por meio das armas.
Poucas vezes o cinema terá construído uma visão tão expressiva de uma cultura que, à força de culpabilizar o sexo e explorar a pornografia, acabou por destruir a possibilidade do amor físico.
A outra sequência crucial é a da família francesa que Willard e seus homens encontram, já no Camboja, num fazendão à beira do rio. No jantar de que participam na fazenda, vêm à tona as diferenças entre o velho colonialismo e o novo imperialismo.
"Lutamos para manter o que é nosso", diz o patriarca da família, enraizada no local há 150 anos. "Vocês, americanos, lutam pelo maior nada da história."
Envolto em brumas, esse interlúdio francês realça o tom irreal e fantasmático da viagem e prepara o encontro final com Kurtz.
Mas o que há de mais perturbador em "Apocalypse Now" é o fato de envolver visceralmente o espectador no turbilhão da guerra. Não há só "o horror, o horror" nesse espetáculo, mas também fascínio e euforia.
Como se não só a razão, mas também o lado obscuro, doente ou bárbaro de cada um de nós fosse provocado por essa sinfonia de imagens e sons -uma das mais geniais que o cinema criou.

Identificado objeto que caiu do espaço em Goiás


Um tanque de nitrogênio de alta pressão, comum em satélites e foguetes, foi encontrado há pouco mais de um mês em uma fazenda em Goiás. De acordo com o pesquisador responsável pelas análises no Inpe, Marco Antônio Chamon, o tanque parecia ser utilizado pela Nasa, já que os Estados Unidos antecipadamente pediram sua devolução, que só acontecerá se a Nasa conseguir comprovar que o objeto pertencia a eles. Enquanto isso o tanque é submetido a vários testes provando inclusive a inexistência de qualquer tipo de radiação, porém nenhum teste destrutivo pode ser realizado já que, como parece, a peça será devolvida como foi encontrada.


Veja a notícia completa no site do TERRA:

Com 69%, popularidade de Lula é recorde


Em Abril, a popularidade de Lula chegou a 69%, segundo a 92ª pesquisa CNT/Sensus. O diretor do Instituto Sensus, Ricardo Guedes, atribuiu o aumento da popularidade do presidente e a alta da avaliação positiva do seu governo ao processo de crescimento econômico. Segundo ele, o fator-chave a favor de Lula e da sua administração, na pesquisa, foi a melhoria da renda mensal do trabalhador, propiciada pelo crescimento da economia. A porcentagem de popularidade do presidente teve seu melhor resultado neste mês, desde janeiro de 2004. A desaprovação para o desempenho de Lula caiu de 28,6% para 26,1%, também em abril.
Outra pesquisa divulgada nesta segunda-feira pela CNT/Sensus 28, constatou que 50,4% dos entrevistados responderam ser a favor da alteração da Constituição do País para que seja permitido um terceiro mandato para o presidente Luís Inácio Lula da Silva. Essa foi a primeira que que a CNT incluiu uma pergunta considerando a alteração da Constituição brasileira.

Foto: Lula.
Fonte: O Estado de São Paulo

Austríaco que prendeu filha em porão admite incesto


O austríaco Josef Fritzl, de 73 anos, admite ter abusado sexualmente de sua filha por 24 anos, e ser pai de seus sete filhos.
A filha Elizabeth, hoje com 42 anos, foi mantida dentro de um porão, sem janelas, construído na própria casa na pequena cidade de Amstetten, a cerca de 130 quilômetros da capital, Viena. Ela dividia um espaço de 60 metros quadrados com mais 3 crianças das sete que teve no total. Uma que morreu no parto teve o corpo jogado no incinerador do prédio. As outras três foram criadas como filhos legítimos por Josef e sua mulher.
Os crimes foram descobertos depois de Kerstin (de 19), que vivia trancada, ficou seriamente doente e teve de ser levada ao hospital. Quando os médicos requisitaram que a mãe aparecesse para dar o histórico de saúde da filha, ela contou à polícia.
Josef liberou então Elizabeth e as duas crianças, que viram a luz do sol pela primeira vez.
Depois de ser preso no domingo (dia 27/04) o austríaco confessou, lúcido e disposto, os crimes em depoimento à polícia.
O crime de Josef foi considerado um dos piores do país, e as reféns estão agora sob cuidados médicos e psicólógicos.
Veja mais informações no site do UOL:
http://noticias.uol.com.br/bbc/reporter/2008/04/28/ult4909u3483.jhtm