sua carreira, por volta de 1960, em Belém do Pará, como crítico de cinema no jornal O Liberal. Depois, conta sobre suas experiências com o cinema, no começo amador, como em seu primeiro filme Vila da Barca, de 1964, e depois profissional, já na década de 1970.Tapajós conta que foi militante do movimento estudantil contra a ditadura, realizando
diversos filmes ligados ao movimento, até que foi preso. Depois, que se interessou pela luta dos operários, realizando o documentário Linha de Montagem e aproximando-se do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo. Lá, ele conheceu o Lula, uma das principais lideranças dos trabalhadores e personagem central de outro filme seu, abreviadamente conhecido como Greve de Março.A repórter faz ainda uma série de perguntas: algumas sobre a imagem que o cineasta tem do Lula metalúrgico e do Lula presidente, questionando sua opinião sobre o atual governo, outras sobre como foi a passagem de seus filmes pela censura, se eles vão entrar no circuito comercial e por fim chegando a entrar até na questão do cinema nacional atual. Para saber as respostas que Renato Tapajós deu a estas perguntas ou ler a entrevista na íntegra, entre no site da Caros Amigos, na seção só no site.
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